MUSEU DE XINGÓ FECHARA AS PORTAS EM NOVEMBRO

Sergipe é o menor estado da federação brasileira, portador de um litoral belíssimo e de um sertão tão belo quanto, onde é muito fácil se notar o extremo contraste natura que abriga uma terra extremamente seca com arvores sem nenhuma folhagem ao longo de vários meses do ano, com um rio que mais parece um mar cortando essa terra seca.
mais olhando mais para o sertão sergipano poderemos ver que ele tem muito mais a oferece além de sua extravagante e linda paisagem. ele tem história. mais toda essa história esta agora ameaçada por falta de recursos.

No entrono das terras alagadas que formam a barragem da usina hidroelétrica de Xingó no município sergipano de Canindé de são francisco, foram encontrados antes da inundação 188 esqueletos que formavam um cemitério, além de utensílios usados durante as atividades da vida dessas pessoas, e que até hoje tinha lugar garantido para serem guardados e expostos. o MAXMuseu de Arquiológia de Xingó. 
mais tudo isso corre o risco de acabar, pois a falte de patrocínio de seus financiadores – Petrobras, Ufs e governo de Sergipe ( Secult ) – fara com que toda essa história seja perdida dentro de algum almoxarifado ou doado a museus de outros estados, o que de qualquer forma é lastimável. mas felizmente, ainda temos em nosso estado pessoas que se preocupam com esse tipo de assunto – que deveria ser mais absorvido por políticos e a população em geral – como a deputada Ana lúcia falcão, que criou enviará uma moção de apelo aos três órgão acima citados para que os mesmos possam rever a sua posição quanto ao destino de verbas para o mantenimento das instalações do MAX. vejamos abaixo a transcrição de um texto dela postado na sua pagina no Facebook onde relata as disposições da moção.

´´Em conformidade com as normas regimentais insertas nos arts. 193 a 197 do Regimento Interno desta Casa, solicito à Mesa que após apreciação do Plenário, seja encaminhada a presente MOÇÃO DE APELO ao Presidente da Petrobrás, Sr. Sérgio Gabrielli, à Secretária de Estado da Cultura, Sra. Eloísa Galdino e ao Reitor da Universidade Federal de Sergipe, Professor Josué Modesto dos Passos Subrinho, para que viabilizem a disposição de investimentos para manutenção do Museu de Arqueologia de Xingó-MAX, tendo em vista a notícia de que este tesouro arqueológico da região do baixo São Francisco irá ser fechado devido a não renovação da parceria entre a Petrobrás, Universidade Federal de Sergipe e a não participação do Estado de Sergipe em sua manutenção.

O Museu do Xingó, como é popularmente conhecido, surgiu de uma descoberta arqueológica. Foi em 1985 quando, no Município de Canindé do São Francisco, foram identificados por pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe quatro sítios de registros gráficos que indicavam a presença humana na área em período pré-histórico.

Tratava-se do Cemitério do Justino, com 188 esqueletos humanos, seus utensílios e pertences pessoais utilizados durante a vida. A pesquisa teve início na região que seria alagada pela represa da hidrelétrica de Xingó, e depois prosseguiu por todas as áreas não alagadas.

Na margem do rio São Francisco, na região baixa, apenas dois sítios foram escavados dos 255 descobertos. Nesses sítios, conhecidos como Letreiros e Vale dos Mestres, estavam as peças, esqueletos e cerâmicas que hoje são conservadas e expostas no museu, em ambiente refrigerado e musicalizado, junto com mapas e miniaturas que representam como viviam aqueles povos da pré-história.

A logomarca do MAX, o desenho de uma ave que lembra um urubu, também foi encontrada em sítios de arte rupestre, repetindo-se em três sítios diferentes. Entre platôs e terraços do rio, 41 sítios ficam na jusante da represa e 214 na foz.

O museu tem uma equipe de 43 pessoas distribuídas no laboratório de pesquisas, em Xingó, e na estação central de Aracaju. Todo o trabalho realizado na região da escavação é realizado em conjunto com a comunidade local, que envolve o Município de Canindé do São Francisco, Paulo Afonso, Olho D’Água e Piranhas.
É por esse viés que o projeto acumula grande importância social. No início, somente o pessoal dos desenhos eram alfabetizados. Com os demais foram empreendidos trabalhos educacionais, ensinando-os a escavar, a ler e escrever. Hoje muitos fazem supletivos e até mesmo concluem a graduação. Alguns chegaram a se especializar o bastante para integrar o grupo de pesquisa graças ao trabalho coletivo imprimido na região voltado ao tesouro arqueológico.
O Museu de Arqueologia de Xingó fica a 200 quilômetros da capital sergipana (quatro horas de ônibus) e já foi visitado por mais de 100 mil pessoas nesses últimos dez anos. Hoje o museu sustenta 217 pessoas, entre funcionários e suas famílias, afirma uma das pesquisadoras, a Sra. Cleonice Vergner.
Portanto, é de lídima justiça que esta Moção dirigida ao Presidente da Petrobrás, Sr. Sérgio Gabrielli, à Secretária de Estado da Cultura, Sra. Eloísa Galdino e ao Reitor da Universidade Federal de Sergipe, Professor Josué Modesto dos Passos Subrinho, com fim de que os mesmos unam esforços para renovar a parceria e viabilizar recursos para manter o Museu de Arqueologia de Xingó-MAX aberto e em atividade, desenvolvendo papel que somente trouxe avanços para a história e o desenvolvimento humano, econômico e social sergipano.
O TEXTO A SER ENVIADO DEVERÁ CONTER O SEGUINTE TEOR:

A Assembléia Legislativa do Estado de Sergipe, através da Moção de Nº ______ /2011 de autoria da Exma. Dep. ANA LUCIA, encaminha a presente MOÇÃO DE APELO ao Presidente da Petrobrás, Sr. Sérgio Gabrielli, à Secretária de Estado da Cultura, Sra. Eloísa Galdino e ao Reitor da Universidade Federal de Sergipe, Professor Josué Modesto dos Passos Subrinho, para que viabilizem a disposição de investimentos para manutenção do Museu de Arqueologia de Xingó-MAX, tendo em vista a notícia de que este tesouro arqueológico da região do baixo São Francisco irá ser fechado devido a não renovação da parceria entre a Petrobrás, Universidade Federal de Sergipe e a não participação do Estado de Sergipe em sua manutenção.
Sala das Sessões, 08 de agosto de 2011.
ANA LUCIA
Deputada Estadual“
O Portal Alarde vem a publico pedir o apoio de todos os sergipanos para que juntos apoiemos essa causa para  que os nossos filhos e netos possam desfrutar da história e cultura do nosso estado, que tem data prevista de fechamento para novembro.

O portal alarde, pequeno blog de noticias e variedade, vem através deste documento de abaixo assinado convocar toda a população sergipana, grupo de jovens, estudantes, diretores e professores,movimentos organizados brasileiros e os governantes municipais a se mobilizarem por esta causa nobre.
no ano de 2011 venceu os contratos que a Petrobras tinha com o MAX – museu de arqueológia de Xingó para manutenção do mesmo. o estado de Sergipe também já não presta mais essa assistência e a Universidade federal de Sergipe não suporta manter sozinha esse patrimônio e assim anunciou o seu fechamento para o mês de novembro.
A ideia desse abaixo assinado é recolher o maior numero possível de assinaturas até o dia 3 do mês de outubro – dia em que todos se lembram de nós nos pleitos políticos – para que possam ser protocolados e entregue ao Presidente da Petrobrás, Sr. Sérgio Gabrielli, à Secretária de Estado da Cultura, Sra. Eloísa Galdino e ao Reitor da Universidade Federal de Sergipe, Professor Josué Modesto dos Passos Subrinho, para que viabilizem a disposição de investimentos para manutenção do Museu de Arqueologia de Xingó-MAX, tendo em vista a notícia de que este tesouro arqueológico da região do baixo São Francisco irá ser fechado devido a não renovação da parceria entre a Petrobrás, Universidade Federal de Sergipe e a não participação do Estado de Sergipe em sua manutenção.
FAÇAM O DOWNLOAD DESSE DOCUMENTO E DISTRIBUAM EM SEU MUNICÍPIO PARA QUE SEJAM ASSINADOS, OBEDECENDO O MODELO.
 
ABAIXO ASSINADO – MAX

Ao findar o prazo de 03 de outubro os antes se necessário, enviem o mesmo pelo correio para o endereço abaixo:


RUA TRAVESSA SÃO PEDRO Nº 64
BAIRRO CENTRO,  CEP: 49260-000
 UMBAÚBA/SE.

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