MINISTRO DA DEFESA NELSON JOBIM PEDE DEMISSÃO

o ministro da defesa Nelson Jobim pediu demissão



Jobim, jurista e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter qualificado de “fraquinha” a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e declarou que essa informação, divulgada nesta quinta-feira pelo jornal “Folha de S. Paulo” faz parte de um “jogo de intrigas”.

De acordo com o jornal, Jobim também disse que a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann “nem sequer conhece Brasília” em entrevista que deve ser publicada na sexta-feira pela “Piauí”.
“Em nenhum momento, fiz referências dessa natureza a ela (Ideli)”, disse o ministro, citado em comunicado oficial.
Segundo a nota, Jobim elogiou a ministra de Relações Institucionais e rejeitou ter feito comentários depreciativos sobre outros integrantes do Governo. “Reconheço em Ideli uma capacidade e tenacidade importantíssimas na condução de assuntos dentro do Congresso”, ressaltou o ministro.
Essas supostas declarações aparecem depois de Jobim ter reconhecido publicamente que nas últimas eleições presidenciais votou em José Serra, de quem se declarou “amigo íntimo”.
Em entrevista ao programa “Poder e Política – Entrevista”, do Grupo Folha-UOL, Jobim manifestou que permaneceu “totalmente afastado” da campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff por razões “pessoais inamovíveis”.
O ministro, que já ocupou a pasta da Defesa durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participou nesta quinta-feira na cidade de Tabatinga, no Amazonas, da assinatura de um acordo de um plano de segurança bilateral de fronteiras com autoridades colombianas.
No ato também estavam presentes o vice-presidente Michel Temer e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, entre outras autoridades.
Uma fonte do Ministério da Defesa confirmou à Agência Efe que, após a viagem, Jobim se dirigirá diretamente ao Palácio do Planalto para se reunir com a presidente Dilma ainda esta noite.
Segundo a “Folha”, Dilma conversou brevemente com Jobim nesta quinta-feira, por telefone, antes de seu retorno a Brasília, para comunicar que a única saída possível à crise era que apresentasse sua renúncia.
De acordo com esta versão, caso o ministro se oponha a renunciar, a presidente será obrigada a destituí-lo.
depois de tantas declarações polêmicas e mesmo ele tentando negar tudo, agora a noite ele entregou sua demissão formal e em seu lugar por enquanto ficará o ex-ministro das relações exteriores.
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